R$ 1,2 milhão de custo mapeado no primeiro trimestre em uma indústria de médio porte
Indústria de médio porte: R$ 1,2 milhão de custo mapeado no primeiro trimestre e a primeira decisão de investimento tomada com projeção, não com receio.
Resultados medidos
- R$ 1,2 mide custo mapeado no primeiro trimestre
Desafio
Sem DFC, a empresa decidia investimento olhando o saldo do banco. Compra grande era adiada por medo, não por conta.
O saldo do banco dizia quanto havia hoje, não quanto haveria depois dos compromissos já assumidos. Sem fluxo projetado, cada decisão de compra ou de investimento virava discussão de diretoria sem número na mesa, e adiar parecia sempre a saída mais segura.
Diagnóstico
Montamos a DRE gerencial e o fluxo projetado. O caixa aguentava mais do que a diretoria imaginava, e o custo escondido estava em estoque parado.
A leitura por centro de custo mostrou onde o dinheiro ficava retido: matéria-prima comprada além da necessidade da produção e produto acabado esperando pedido. Nada disso aparecia no saldo do banco, e por isso ninguém tratava como custo.
Execução
Implantamos orçamento por centro de custo e rotina mensal de fechamento com a diretoria, com meta de redução por área.
Cada área passou a ter orçamento próprio, um responsável e uma meta acompanhada na mesma reunião de fechamento. A DRE gerencial e o fluxo projetado são atualizados todo mês, e a decisão de investimento entrou na pauta com o número do lado.
Resultado
R$ 1,2 milhão de custo mapeado no primeiro trimestre e a primeira decisão de investimento tomada com projeção, não com receio.
Mapear é o primeiro passo: o valor identificado virou meta de redução por centro de custo, acompanhada mês a mês na rotina de fechamento. A diretoria passou a decidir com o fluxo projetado na frente, e não com o saldo do dia.